Inteligência criminal e seus desafios

Ao longo dos anos, a violência se tornou um fenômeno complexo do cotidiano e o desejo do conhecimento impulsiona a mente humana em direção a descobrir as causas que levam o indivíduo a cometer delitos

Por Cláudia Pádua* | Foto: 123 RF | Adaptação web Caroline Svitras

Os atos agressivos são muitas vezes seguidos de resultados satisfatórios para o agressor. As consequências positivas da agressão podem ser materiais (dinheiro, posse etc.), ou, quando não são diretamente materiais, se encaixam na conquista de status ou mesmo de aprovação social (“senha” para entrar e ficar no grupo).

 

A destrutividade e a agressão são comportamentos apreendidos. A conduta do indivíduo é determinada pela interação da experiência e da constituição genética. O que produz a agressão não é a frustração, mas a injustiça ou a rejeição envolvida na situação.

 

Saiba como psicólogos lidam com psicopatas criminosos

 

O produto da inteligência criminal pode ser definido como a transformação de dados em informação, dando origem a uma coleta de informações minuciosa na busca do conhecimento, utilizando métodos específicos para obter resultados, trabalhando especificamente com o trinômio verdade, evidência e certeza.

 

Convivendo com o perigo

 

 

A coleta de dados é realizada de forma sigilosa e a observação fisiognomônica no depoimento do analisando é de suma importância para o processo, sendo fatores referenciais: a) coleta humana: com a elaboração de entrevistas dissimuladas com informantes e colaboradores treinados; b) coleta pessoal: entrevista com observação das microexpressões faciais e corporais; c) coleta tecnológica: com análise de sinais, bem como da telefonia, informática, filmadoras, fotografias, monitoramento da mídia, sistema bancário e outros.

 

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Adaptado do texto “Inteligência criminal e seus desafios”

*Cláudia Maria França Pádua é psicóloga, Criminóloga, perita judicial grafotécnica. Especialista em Criminologia pela PUC e  ACADEPOL/MG. Autora do livro: O Criminoso e Seu Juízo… Existe Prazer em Matar…??? e prefaciadora do livro Criminologia Comparada, de Gabriel Tarde. Presidente do Núcleo de Estudos Pens’arte  & Ponto Criminal. Pesquisadora da área de Inteligência Criminal. Palestrante, escritora, comentarista criminal e conferencista na área de Criminologia, Fisiognomonia, Psicognomia e Inteligência Criminal. E-mail: pontocriminal@gmail.com

ERRATA: A autora do artigo é Cláudia Maria França Pádua, não Cláudia Paiva, como saiu na edição impressa da revista.